Plágio encapotado. Ler post de 10.Abril.2011.

Sexta-feira, Junho 01, 2012

AMBAR ideiasNOpapel


A AMBAR vendeu-me uma agenda com defeito, fiquei furiosa, reclamei, enviei mail, fiz post sobre o assunto. Valeu a pena.

E honra seja feita à AMBAR, empresa antiga, e da qual eu até conheci o dono original, o que lhe deu o nome o Sr. AMérico BARbosa, não sei se ainda será o dono, mas parece-me que a AMBAR mudou de nome, agora perdeu o “Américo Barbosa” e ganhou “ideiasnopapel”.

Bom, voltando ao assunto da reclamação, responderam-me na pessoa da D. Susana Dias (Directora/Produção), pediram desculpa “foi um lote que correu mal”, acontece.

Prometeu que me ia mandar uma agenda nova, eu agradeci, pedi uma idêntica (baratucha, nem me passou pela cabeça pedir uma melhor, mandarem uma igual seria o justo).

Hoje chegou a agenda igual à que tinha (e com tudo certinho, verifiquei), e mandaram-me também outra agenda, uma lindíssima, já para o ano de 2013, a começar em Setembro de 2012 “assim pode fazer já os seus agendamentos(sim os advogados têm uns agendamentos estranhos, já tenho coisas marcadas para 2013 há muito tempo).

Já disse que a agenda é linda? Capa de pano, cor de laranja. A minha cor favorita, e esta parte, a D. Susana Dias não podia saber, mas adivinhou. Muito obrigada.

É assim que os clientes devem ser tratados.


Segunda-feira, Maio 28, 2012

AMBAR - Ideias no Papel

No fim do ano de 2011, entre Novembro e Dezembro costumo comprar uma agenda, daquelas profissionais porque a minha profissão assim o exige. Tenho de ter espaço para marcar julgamentos, audiências de parte, consultas, interrogatórios, etc etc



Logo, confio na minha agenda muito mais do que confio na minha memória (que não é digna de confiança, em abono da verdade).


Portanto sempre que me chega uma marcação de diligência do Tribunal, coloco-a na agenda. E já começaram a chegar os agendamentos para depois das férias (tb já tenho agendamentos para 2013, mas isso são outros 500).


Abro no mês de Outubro, e reparo que, o dia 10 não batia certo com o dia da semana (vai haver um acontecimento muito importante no dia 6 de Outubro, daí ter-me saltado a diferença à vista).


Vou confirmar noutro calendário e sim tinha razão, estava errado. Folheio a agenda e descubro que a mesma só está correcta até ao dia 29.09.2012, porque de resto passa a ser assim:


Dia seguinte ao dia 29.09.2012(sábado) – 30.10.2012(também sábado)


(sem dia na agenda) – domingo


01.10.2012 (quinta) ?!?!?


02.10.2012 (sexta)


03.10.2012 (terça) (estão a seguir os dias da semana?)


04.10.2012 (quarta)


05.10.2012 (domingo) (continuam a seguir os dias da semana?)


06.10.2012 (segunda)


07.10.2012 (sexta) (como eu desejava ter semanas assim rápidas)



E vai assim pela agenda fora até ao final do ano. Datas aleatória, dias de semana ao calhas, a partir do dia 12 de Outubro, a agenda volta a 13 de Setembro, mas retoma Outubro de seguida.



Reclamei para a AMBAR http://www.ambar.pt/ claro, enviei mail, fiz scan da capa da agenda (para verificarem que é mesmo deles), e de 2 páginas de Outubro.


Responderam vocês? Eles também não.


Nem é pela merda do valor da agenda (acho que nem chegou a 7,00€), é pelo princípio, pelo mau serviço, e mesmo assim não ligarem nenhuma a um cliente que foi, clamorosamente, mal servido.


Suponho que todas as agendas desta colecção padeçam do mesmo problema.


Detesto este tipo de postura comercial.


Se eu pudesse, juro que fazia um movimento de boicote aos produtos da AMBAR!


Grunffffffffffffff grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr cuspe cuspe

ADENDA: Fui contactada pela AMBAR, na pessoa da D. Susana Dias, assumiram que tiveram problemas com algumas agendas, e disponibilizaram-se a mandar-me uma nova.
Ficou-lhe bem.




Quinta-feira, Maio 24, 2012

FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA

E amanhã lá vou eu, mais o diabbo-marido, para Beja.

Este é, definitivamente, o meu festival favorito. Acho que até já me consigo movimentar decentemente na cidade sem me perder (muito).

O grande impulsionador deste Festival é, sem dúvida, o Paulo Monteiro, diz ele que apesar de ser a cara do Festival não é a cara mais bonita, é modéstia, ele é giro. ]:-)

É claro que não é só o Paulo Monteiro que trata de tudo, que prega cada prego que pendura todos os quadros, que monta todas as bancas, que apoia todos os autores, e visitantes. A todos esses, que ajudam a que o Festival de BD de Beja seja aquilo que é, e a ter o carisma que tem: Muito obrigado. Mesmo.

Mas, e mais uma vez este é o meu ponto de vista pessoal, o ponto alto deste Festival é o passeio em que o Professor Florival Baiôa Monteiro, nos mostra Beja vista pelos olhos de um historiador completamente apaixonado pela cidade, e que nos faz ficarmos apaixonados também.

Quando me reformar, vou morar para Beja.
]:-)

Sábado, Abril 21, 2012

Agarrem-me ou dou cabo desses palhacitos!


IMPORTANTE: 6 de Maio de 2012 - Stand da BIZÂNCIO, na Feira do Livro em Lisboa.
O Jorge Pereira/Rafeiro Perfumado está lá para dar autografos (ou mordidas, dependendo da qualidade do presunto) ]:-D

E saiu o 3º (sim TERCEIRO, seus distraídos) livro de uma das almas favoritas do Inferno - Jorge Pereira aka Rafeiro Perfumado - e foi uma surpresa, até para o próprio.

Sei que o livro está cheio de bons textos, com aquele sarcasmo saudável a que o Jorge nos habituou ao longo do anos. Ele vê o mundo de forma interventiva, não se conformando com o carneirismo nacional.

Ainda não lhe coloquei as manoplas em cima (do livro, porque do Rafeiro nem quero por, ou arrisco-me a severas arranhadelas da Gata), mas sei que alguns dos melhores textos até ficaram de fora, porque, na editora Bizâncio, deve por lá pairar o espírito da Vossa Senhora das Tranças Longas, e todos os textos que tivessem a palavra "mamas", "peidola", "glândulas mamárias" ou algo parecido, foram censurados. Sim, CENSURADOS.

Mas que porra, alguém que conheça bem os textos do Jorge Pereira os imagina sem um grão de pimenta aqui, ali, ou acolá?

Mas ainda mais grave que este tipo de censura (no meu ponto de vista) é a editora Bizâncio não tratar os seus autores com a dignidade que lhes é devida.

Então colocam o livro na rua, sem um lançamento digno, onde o Autor esteja presente?? Bardamerda para vocês.

Eu vou comprar o livro (se calhar até mais do que um, já a pensar nas festas de Solstício de Inverno), mas é mesmo pelo Jorge, e porque os textos valem a pena ser lidos.

A Bizâncio sucks.

Quarta-feira, Abril 18, 2012

Diferentes

DIFERENTES
1ª página

1ª vinheta e 2ª vinheta, lado a lado
1ª vinheta


Vê-se um dragão pequeno, muito colorido, mas triste, a fungar, enroscado no chão na reentrância de uma rocha, com alguma vegetação em volta.


Dragão – sniff porquê eu?


2ª vinheta


Vê-se um menino, albino, de calções, t-shirt, ténis, sentado com os joelhos puxados até ao queixo, com os braços à volta dos joelhos, debaixo de uma árvore, numa floresta (jardim denso).


Pedro – sniff porquê eu?


3ª vinheta (ao meio, ocupa o espaço de 2 vinhetas)


Dragão e Pedro estão em cada extremo da vinheta, e cada um ouve o “sniff porquê eu?” do outro, e fazem um ar muito espantado. (como se agissem em espelho)


4ª e 5ª vinheta, lado a lado


4ª vinheta


Dragão levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.


5ª vinheta


Pedro levanta-se e dirige-se ao som, cautelosamente.

Nota: Liberdade total quanto ao ambiente, arvores, relva, rochas, borboletas, pássaros, vegetação diversa.




2ª Página
1ª vinheta
(descrição do ambiente)


O dragão levanta-se e caminha cautelosamente entre a vegetação em direcção à voz que ouviu, e pergunta-se:


- Será outro dragão?


2ª vinheta
(descrição do ambiente)


Pedro levanta-se e dirige-se a uma parte de vegetação mais densa, de onde veio a voz que ouviu, vai afastando a mesma com as mãos, e pergunta-se:


- Quem será que está a chorar, escondido, na floresta?


3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas
(descrição do ambiente)


Um riacho ladeado por pequenos tufos de ervas, flores, e vegetação rasteira, além das árvores (estamos num lugar que é o começo (ou fim, depende do lado que se olha) de uma floresta).


Pedro e o Dragão encontram-se, um em cada margem.


- O que és tu? (perguntam ambos ao mesmo tempo)


4ª vinheta


– Eu sou o Pedro, e sou um rapaz. Tu, tu és um dragão? Mas os dragões não existem! (Pedro está de olhos arregalados, muito espantado, com o ser que tinha à sua frente)


5ª vinheta


- Não existo? Essa é boa, para além de tudo, agora também não existo! (o dragão faz um ar muito desalentado, com os braços estendidos com as palmas das mãos viradas para cima, e a olhar para o céu. Está visivelmente triste)




3ª página
1ª vinheta


Pedro atravessa o riacho com os ténis e meias nas mãos.


P – Desculpa, não te queria por triste, é que eu nunca tinha visto um dragão, e muito menos sabia que os dragões eram tão bonitos.


2ª vinheta


O dragão espantado olha para o Pedro.


D – Achas-me bonito? Pois não sou, devia ter uma só cor, e olha para mim, pareço um arco-iris, e, sniffff, não cuspo fogo. Todos gozam comigo.


3ª vinheta ao meio, ocupando o lugar de 2 vinhetas


Já no outro lado do riacho frente a frente com o dragão, Pedro pega-lhe na pata (mão), e sorri.


- Eu não gozo contigo. Tu és muito bonito, e cuspir fogo não é assim muito importante. Há formas de fazer fogo sem ser a cuspir. Queres que te ensine?


- Quero pois! (o dragão limpa as lágrimas que entretanto lhe afloram aos olhos)


4ª vinheta


D – Mas e tu, porque choravas? Tu sim és bonito, só de uma cor, e tens olhos cor de fogo. (e põe a pata na cara de Pedro)


5ª vinheta


- Sou albino. Um humano sem cor. Sabes os humanos são cruéis com tudo o que foge ao “normal”, e a minha falta de cor não é normal. (e sorri tristemente)


- Mas queres que te ensine a fazer fogo ou não?




4ª página
1ª vinheta


Pedro tira do bolso dos calções uma lupa, e entrega-a ao dragão.


- Toma, ofereço-ta, com esta lupa consegues fazer fogo, mas só funciona se estiver sol. Estica a mão e deixa o sol passar através da lupa, faz isso em cima daquele ramo seco.


2ª vinheta


O dragão está de mão estendida com o sol a atravessar a lupa, e um raio a bater no ramo seco indicado na vinheta anterior.


D – Estás a ajudar-me e eu não posso fazer nada por ti, se pudesse dava-te uma das minhas cores, a que tu quisesses.


3ª vinheta que ocupa o resto da página


Estão ambos sentados, e já se vê uma fogueirinha a nascer no tal ramo seco, ambos riem felizes.


P – Podemos ser amigos?


D – Nós já somos amigos. O meu nome é Mil Cores.






No fundo página em epílogo, entre aspas escrever:


“Nós não somos diferentes. Somos especiais. Especialmente bonitos.

Escrevi assim, o resultado foi este . ]:-)

Segunda-feira, Abril 09, 2012

Palavras incomuns

Gosto de palavras incomuns ]:-)



Alabregado;
Brocha; Broche (será o marido da Brocha?);
Carranchas (muito gostava eu, em criança, hoje não há quem possa);
Desalijar;
Écloga (esta, confesso, não conhecia);
Enxerga(há quem veja, e quem se deite);
Escano (ahhh como eu gostaria de ter o meu escano aqui na caverna);
Emboldregar-se;
Ferropeia;
Girote;
Gratidão (esta está tão em desuso que, suspeito, pouquíssimas almas sabem o que significa);
Hiante (também não conhecia);
Inanir;
Juvenca;
Lanho;
Lenho.

Há algumas que também não conhecem?? Façam como eu: Consultem um dicionário. ]:-D

Segunda-feira, Abril 02, 2012

Diferentes

Porque é importante que os humanos pequenos (e menos pequenos) aceitem que é a diferença que dá beleza à vida.